17 de julho de 2009

Verón e Paraíba



Já noticiamos aqui que Verón poderia estar no tricolor. Há quem duvide, mas o fato é real. O jogador foi oferecido ao Grêmio e as condições do negócio estavam estabelecidas. Dirigentes à época acharam que ele era ex-jogador.
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Embora existisse oferta da Europa, o jogador não queria ficar muito longe da Argentina, para não se afastar da Fundação que mantém naquele país, a qual presta assistência a crianças carentes. Fala-se que havia proposta do Boca. Renato Portaluppi jogaria no timinho? Não. Da mesma forma, Verón não queria encerrar a carreira no rival do Estudiantes. Por isso, repetimos: a oferta ao Grêmio foi feita. O jogador e o seu empresário haviam aceitado as condições propostas. Porém, agora isso é passado. Registramos apenas para não passar em branco dúvidas sobre a negociação.
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E Marcelinho Paraíba? Este é um caso mais complicado. O jogador divide as opiniões no Olímpico. Ocorre que o seu comportamento é considerado inadequado para um profissional. Nada a ver com atitudes fora do campo. Em 2001, por exemplo, exigiu o pagamento de R$ 100 mil extras (o salário estava em dia) para enfrentar o Corínthians na final da Copa do Brasil. Jogou e o Imortal acabou campeão. Mas, atitudes assim não são bom atestado para um atleta. Neste caso, não condeno quem não quis trazê-lo.
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P.S.: Texto sobre Verón alterado, tendo em vista erro do blog.